sexta-feira, 22 de abril de 2011

Vou rasgar meus diplomas!

Isso mesmo!
Já decidi!
Vou rasgar meus diplomas e viver de Bolsa Família.
Com o aumento previsto para esse ano, vai ficar bom demais!
Por isso vou parar de procurar trabalho, parir uns cinco "minino" e viver com a grana do governo. Gente, tá bom demais!

É assim que a maioria pensa; mas precisamos ser cuidadosos.
O aumento do bolsa família pode ter consequências desagradáveis. Dentre elas uma possível explosão demográfica da população brasileira; que por um lado pode equilibrar a previdência ou aumentar o eleitorado (possivelmente a intenção do governo), mas que por outro pode acentuar o crescimento desornado e consequentemente o aumento da criminalidade.

Hoje vivemos/sofremos o chamado "excesso de gente" que gera os conhecidos transtornos no trânsito, a lotação nos hospitais, bancos, cinemas e afins. Ao mesmo tempo, a possibilidade de aumentar a renda familiar gerando mais filhos, faz com que famílias/pessoas desestruturadas tanto financeiramente quanto sócio emocional e educacionalmente proliferem seres que, sem oportunidades, vejam nos vícios em entorpecentes e ações criminosas a solução rápida e fácil de suas deficiências. 

Se o governo não desenvolver políticas públicas que permitam o pleno acesso à educação, saúde, habitação, lazer e trabalho, além de infraestrutura urbana, a sociedade como um todo pode pagar as consequências. Também é preciso o fomento de políticas de assistência social, proteção à mulher e à família e medidas que permitam a conscientização da importância dos valores familiares para a formação e o equilíbrio do ser humano.

É muito fácil aumentar o Bolsa Família, Escola e afins para garantir a perpetuação no poder. Difícil é preparar o país para as possíveis consequências dos impactos negativos que ela possa gerar.  

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